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Claro como a água

Qui | 29.12.16

Sobre os livros de auto-ajuda

Rita

Houve uma fase um bocadinho mais complicada na minha vida em que ler um livro deixou de me dar prazer. Percorri a estante vezes sem conta na busca pelo livro certo, procurei nos 30 livros que ainda não li e até nos 140 livros que já li. Foram 8 os livros que tentei ler mas em que não fui além das primeiras 7, 8 páginas. Nunca antes tal me tinha acontecido. 

No dia em que fui à última entrevista de emprego passei por uma livraria e fui directa à secção de auto-ajuda e desenvolvimento pessoal. Nunca antes o tinha feito. Sem saber exactamente o que procurava e sem conhecer quaisquer títulos e autores da área folheei alguns livros, li meia dúzia de páginas e dei por mim com vontade de levar 2 ou 3 para casa, felizmente a racionalidade falou mais alto e trouxe apenas um. Comecei a lê-lo nesse mesmo dia nos transportes de regresso a casa, terminei-o passado 2 dias.

O livro já está arrumado na estante juntamente com os outros 140 que já li. Tem lugar privilegiado bem à vista dos curiosos que admiram a minha colecção de livros. Até hoje não voltei a pegar-lhe, mas faço questão de o ter à mão na eventualidade de voltar a precisar de relembrar que a vida é doce, nós é que a tornamos amarga.

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