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Claro como a água

Claro como a água

Qui | 04.06.20

Maio

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Maio foi, tal como abril fora, um mês de adaptações, ainda que mais tranquilo aqui por casa uma vez que continuamos em teletrabalho.

No que se refere a leituras, comecemos pela desistência - algo que não acontecia há bastante tempo - da leitura de "Pão de Açúcar" de Afonso Reis Cabral. Era um livro que tinha na estante há bastante tempo e que tinha incluído na lista de livros que queria ler em 2020. A verdade é que não passei da página 30 e a culpa não é "destes dias", sou mesmo eu que não consegui tolerar a escrita demasiado factual. 

Em maio li o clássico "As Vinhas da Ira" de John Steinbeck, atribui-lhe 4 estrelas. É um livro pesado pelo que a estratégia foi ler cerca de um capítulo por dia, tendo terminado os 31 capítulos no final do mês. Publicarei sobre a minha experiência de leitura em breve.

O thriller deste último mês foi "A Corrente" de Adrian McKinty, 3 estrelas. Relativamente a esta leitura, já partilhei convosco a minha experiência aqui.

Tenho tentado, em cada mês do ano, ler um livro da lista de livros que quero ler em 2020. Como a escolha de maio acabou por se verificar não ser viável, optei por um outro livro de um autor português dessa mesma lista. A segunda escolha de maio foi "Filho da Mãe" de Hugo Gonçalves, e que maravilhosa que foi esta leitura, mereceu as 5 estrelas! É um livro de não-ficção cuja temática é demasiado triste, mas tudo nele, a escrita incluída, consegue ser encantador.

Depois de uma leitura tão dramática, fui infeliz ao pegar em "Os Níveis da Vida" de Julian Barnes, não que o livro não seja fantástico, não fosse o autor um dos meus preferidos da vida, mas porque a temática é igualmente triste. Atribuí-lhe 4 estrelas. Se em "Filho da Mãe", o autor escreve sobre a forma como a morte da mãe influenciou o seu desenvolvimento e a sua vida em geral, em "Os Níveis da Vida", o autor escreve sobre a morte da mulher após 30 anos de casamento. Sobre estes dois livros escreverei quando o meu coração tiver regressado ao peito.

Em maio comprei demasiados livros. Bem, nunca são demasiados, mas foram muitos, pelo que farei uma única publicação para vos mostrar o que há de novo na minha estante.

Como foram as vossas leituras em maio?

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