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Claro como a água

Qui | 03.01.19

Leituras de 2018

Rita

O ano 2018 foi algo atípico tanto a nível pessoal como a nível profissional. Comecei 2018 com o maior susto da minha vida, todo o primeiro trimestre foi bastante atribulado, assim que voltei a ter estabilidade dediquei-me ao dia do nosso casamento, casei-me, fiz a viagem de uma vida, apanhei um outro susto que revelou não ser mais do que isso mas que me fez começar 2019 de canadianas.

 

Deixei 2018 muito serena e calma, apenas pedi que 2019 trouxesse saúde, sobre tudo o resto, estaremos cá para fazer por isso.

 

Por antever que em 2018 não teria tanta disponibilidade para a leitura, defini um objetivo mais modesto no que toca ao número de livros que queria ler, ainda assim não consegui cumprir esse objetivo.

Em 2018 li 33 livros, um dos quais Anna Karenina de Tolstoi, que há muito estava na minha lista e na estante, e novamente Murakami com A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol. Não li tantos autores lusófonos quanto gostaria, em cada 3 livros lidos apenas 1 foi escrito por um autor lusófono.

 

Os melhores de 2018 foram os seguintes:

Imagem1.png

Uma Vida à sua Frente de Romain Gary partiu-me o coração, Uma Casa na Escuridão de José Luís Peixoto foi o livro mais triste que alguma vez li, Jalan Jalan de Afonso Cruz foi uma viagem poética pelo Mundo, Anna Karenina de Tolstoi fez-me refletir sobre a nossa existência, Rebecca de Daphne du Maurier o mistério e a surpresa.

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