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Claro como a água

Claro como a água

Qua | 09.01.19

OPINIÃO | Becoming

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Título: Becoming

Autor: Michelle Obama

Editora: Objectiva

Ano de publicação: 2018

 

O livro de Michelle Obama tem sido falado por vários leitores, esgotou em algumas livrarias, li que terá sido o livro mais vendido de 2018, e foi presente de Natal de muitos leitores, grupo onde eu me incluo. Fiz vários choradinhos por este livro até conseguir que o marido o pusesse no sapatinho 

 

O veredicto: este livro não é menos do que eu imaginava! É difícil interessar-me por um livro de não-ficção e quando leio algum tenho sempre receio de o abandonar, mas este, para além de não ter sido abandonado, foi uma ótima surpresa!

 

Este é um livro de memórias de Michelle Obama, memórias muito anteriores aos anos passados na Casa Branca. Nesta obra Michelle começa por abordar a infância vivida na zona sul de Chicago, evidenciando a importância dada pela família à sua educação e início de carreira. Mais tarde Michelle conta-nos como equilibrou as exigência do trabalho com a maternidade e finalmente os anos passados na Casa Branca.

 

Michelle Obama é uma mulher poderosa, defensora de mulheres não só nos Estados Unidos mas também além fronteiras, preocupada com a saúde e o sedentarismo das famílias americanas, as suas iniciativas e os projetos que tem abraçado estão também contemplados neste caderno de memórias. Uma vida muito interessante sob a qual fiquei cada vez mais interessada à medida que ia virando as páginas.

 

Uma leitura fantástica e uma excelente forma de começar 2019! Ideal para quem gosta de ler sobre vidas, sobre famílias, e para quem quer saber mais sobre a experiência de vida daquela que é muito mais do que ex-primeira dama. Recomendo, muito!

 

Classificação no Goodreads: 4/5

Sex | 04.01.19

2019

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Os últimos dois meses de 2018 foram bastante atribulados, felizmente as coisas começam a compor-se, fator mais do que suficiente para que tenha conseguido entrar em 2019 muito serena, determinada a atingir novamente o estado de equilíbrio. As primeiras semanas do ano serão passados no sofá para continuar a curar o pé, o que me levará a dedicar grande parte do tempo à leitura, assim a minha paciência o permita!

 

Em 2019 espero conseguir regressar à minha rotina de leituras de cerca de 5/6 livros por mês composta por pelo menos um clássico, um autor lusófono e um livro de não ficção. Quero voltar ao semi-planeamento mensal de leituras, dessa forma consigo que alguns livros que estão na estante há mais tempo sejam finalmente lidos. Manter o controlo dos gastos em novos livros é algo que quero manter neste novo ano.

 

Alguns dos livros que tenho na estante há demasiado tempo e que quero ler este ano são Todos os Nomes de José Saramago e Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez, na estante desde 2015, e ainda Coração Impaciente de Stefan Zweig e Kafka à Beira-Mar de Haruki Murakami, na estante desde 2016.

 

Quais os vossos objetivos para 2019? Um excelente ano a todos os leitores do blog!!

Qui | 03.01.19

Leituras de 2018

O ano 2018 foi algo atípico tanto a nível pessoal como a nível profissional. Comecei 2018 com o maior susto da minha vida, todo o primeiro trimestre foi bastante atribulado, assim que voltei a ter estabilidade dediquei-me ao dia do nosso casamento, casei-me, fiz a viagem de uma vida, apanhei um outro susto que revelou não ser mais do que isso mas que me fez começar 2019 de canadianas.

 

Deixei 2018 muito serena e calma, apenas pedi que 2019 trouxesse saúde, sobre tudo o resto, estaremos cá para fazer por isso.

 

Por antever que em 2018 não teria tanta disponibilidade para a leitura, defini um objetivo mais modesto no que toca ao número de livros que queria ler, ainda assim não consegui cumprir esse objetivo.

Em 2018 li 33 livros, um dos quais Anna Karenina de Tolstoi, que há muito estava na minha lista e na estante, e novamente Murakami com A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol. Não li tantos autores lusófonos quanto gostaria, em cada 3 livros lidos apenas 1 foi escrito por um autor lusófono.

 

Os melhores de 2018 foram os seguintes:

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Uma Vida à sua Frente de Romain Gary partiu-me o coração, Uma Casa na Escuridão de José Luís Peixoto foi o livro mais triste que alguma vez li, Jalan Jalan de Afonso Cruz foi uma viagem poética pelo Mundo, Anna Karenina de Tolstoi fez-me refletir sobre a nossa existência, Rebecca de Daphne du Maurier o mistério e a surpresa.

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