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Claro como a água

Claro como a água

02
Jan17

O meu 2016 em livros

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Estas são as estatísticas das minhas leituras de 2016, segundo o goodreads. Em nenhum outro ano li tantos livros como em 2016 nem uma percentagem tão elevada de livros de autores lusófonos, este último ponto era um dos objectivos do ano.

 

Em 2016 li pela primeira vez três escritores lusófonos inesquecíveis: Afonso Cruz, Ondjaki e Valter Hugo Mãe. Descobri Shakespeare, Dostoiesvki e Tolstói. Emprestei livros que nunca me serão devolvidos. Li o meu primeiro livro de "auto-ajuda". Aprendi a responder "Para onde vão os guarda-chuvas" sempre que alguém me pede uma sugestão de leitura. E o melhor de tudo: consegui passar o bichinho da leitura a uma familiar e duas amigas, a primeira até podia ter o gene-do-vício-da-leitura no seu ADN (ainda que inactivo), já as outras duas sei que apanharam o bichinho enquanto me ouviam falar sobre livros.

 

Sem mais demoras, eis os meus favoritos de 2016: 

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O Sentido do Fim de Julian Barnes

Para onde vão os guarda-chuvas de Afonso Cruz

Travessuras da menina má de Mario Vargas Llosa

Uma Escuridão Bonita de Ondjaki

História da Menina Perdida de Elena Ferrante

Vamos comprar um Poeta de Afonso Cruz

A Máquina de Fazer Espanhóis de Valter Hugo Mãe

Coração tão Branco de Javier Marías

Pássaros Feridos de Colleen McCullough

As Serviçais de Kathryn Stockett

 

Como foi o vosso 2016?

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